Louco

Louco quem atreve a ser si mesmo, sair na curva, abrir a própria trilha.

Louco quem brilha, colore o cinza e os tons pardos, pastéis mal-passados enfarinhados sem gosto, recheio ou sabor. Faz luz no escuro, música alta, dança com as emoções, chora com alma e sorri com o corpo.

Louco quem ousa insistir em rir, sentir e existir de verdade; sem convenção e simulados pudores sua própria, única, magnífica e inspiradora realidade.

A loucura, genuína face do humano feliz.

“Louco” é o provisório pronome adjetivo do gênio que ainda não morreu.

Chamá-lo de louco é um intencionado ou mal informado ponto de vista. E disso, pasmem: só os loucos sabem.

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